A reflexão a seguir baseia-se no livro A Psicologia da Felicidade, de Mihaly Csikszentmihalyi.
A exigência de desempenho além, ou aquém, do que permitem a aptidão e as habilidades necessárias é veneno para a saúde. Se além, gera-se ansiedade. Se aquém, gera-se tédio.
Entre esses dois extremos está a confortável situação do desempenho máximo possível compatível com a vida saudável do indivíduo: o fluir.
Ao fluir no canal das possibilidades compatíveis com as suas condições de sáude, o homem tem um sentimento de felicidade único.
Para tal, é necessário que os resultados de sua ação sejam passíveis de avaliação a cada momento, incluindo as recompensas atuais e esperança de recompensas futuras. Pode ser que a própria atividade gere essas recompensas.
O alpinista, por exemplo, tem esse sentimento, apesar da periculosidade inerente à atividade. Os bons profissionais de qualquer esporte relatam esse tipo de sentimento.
Certas empresas conseguem criar ambientes propícios ao fluir de cada colaborador, como parece ser o caso, por exemplo, da Microsoft e da Apple.
O grande segredo consiste em criar as condições necessárias e suficientes para que cada pessoa, adequademente selecionada e treinada, caminhe no seu canal caraterístico do fluir.
Contudo, só o indivíduo autodisciplinado, em sentido amplo, está em condições de encontrar esse canal por si mesmo.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
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